O Procon de Campina Grande divulgou na segunda-feira, 11, uma nova pesquisa de preço dos medicamentos que são mais adquiridos pelo consumidor campinense. O levantamento foi realizado em sete farmácias e drogarias da cidade, coletando o preço de 36 medicamentos, sendo 18 de referência (marca) e 18 genéricos. Os genéricos permanecem como a opção mais econômica. Conforme a pesquisa custam 64,24% mais baratos.

Na pesquisa comparativa, referente ao último mês de setembro, constatou-se uma diferença de 64,24% nos preços médios dos genéricos em relação ao valor cobrado pelos produtos de referência (marca) de mesma apresentação. Isso significa que o valor médio para os 18 medicamentos genéricos é de R$ 8,39 e para os 18 de referência é de R$ 23,49, o que justifica a variação.

Já com relação à diferença de preços entre os medicamentos genéricos, o Procon Municipal constatou variação de preço de quase 500%, a exemplo do Ácido Mefenâmico de 500 mg, com 24 comprimidos, cujo menor valor cobrado é de R$ 3,60, o maior de R$ 20,00 e o preço médio de R$ 14,20. Essa diferença de preços representa 455,56%.

No que diz respeito aos medicamentos de referência, as maiores diferenças de preços chegam ao percentual de quase 400%, a exemplo do medicamento de combate à hipertensão arterial, o Aradois de 50 mg, com 30 comprimidos, que pode ser adquirido pelos valores de R$ 10,00 (menor preço) e R$ 47,28 (maior preço), o que representa uma variação de 372,80%.

Outro medicamento pesquisado foi o antidiabético Glifage de 500 mg, com 30 comprimidos, que pode ser adquirido pelos preços de R$ 7,60 (menor), R$ 20,99 (maior). O preço médio do Glifage é R$ 17,70, o que representa uma variação de 176,18%.

Da redação com Ascom

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