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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro e o tornou inelegível por oito anos por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação. Em reunião com embaixadores estrangeiros, no Palácio da Alvorada, em 2022, Bolsonaro questionou, sem provas, o sistema eleitoral brasileiro.

O resultado repercutiu entre os senadores. Para o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (AP), a condenação garante a preservação da democracia. Já o líder da oposição, Rogério Marinho (PL-RN), que foi ministro de Desenvolvimento Regional do governo Bolsonaro, classificou a decisão como injusta.

Agência Senado

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