Na terça-feira (8), o presidente da Câmara Municipal de Campina Grande (CMCG), Marinaldo Cardoso (Republicanos) dirigiu a 3ª sessão ordinária, realizada em formato híbrido. Os trabalhos foram secretariados por Jô Oliveira (PCdoB).

Durante a sessão, os vereadores debateram a respeito da falta de segurança em Campina Grande, denunciaram o aumento do número de assaltos e o descumprimento da Lei da Filas pelos bancos.

Alexandre Pereira (PSD) fez uma crítica ao governo de João Azevedo no que diz respeito à segurança pública do Estado. Ele ressaltou os assaltos aos proprietários e condutores de carros, motos e de crimes violentos. Registrou ainda que há uma “greve branca’’ ocorrendo no estado por parte dos policiais e que a causa é justamente a desvalorização da classe, por parte do governo.

O vereador Sargento Neto (PSD) esclareceu que não existe “greve branca’’. O que ocorre é que os policiais estão deixando de vender a sua hora extra. A constituição permite que todos os funcionários públicos tenham sua hora de descanso, no entanto os policiais estavam abrindo mão da sua hora de descanso devido os salários irrisórios e diante do déficit policial do Estado. “A Polícia Militar está nas ruas em seu horário normal, mas abriram mão da sua hora extra para ter mais dignidade” – ressaltou.

Já o vereador Pimentel Filho (PSD) subiu à Tribuna para fazer uma crítica ao PROCON, registrando que o órgão não atende ao telefone para contato. Ele mencionou que o Banco do Brasil, próximo ao Parque da Criança, não obedece a Lei das Filas, e em especial o atendimento preferencial, ainda mencionou que esteve lá presencialmente e que passou por essa situação.

Da redação com Ascom

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